Pages

Subscribe:

sábado, 28 de janeiro de 2012

Mil e uma utilidades da Acupuntura

A técnica amplia seu campo de ação e poderá ser a primeira opção no atendimento de emergência de problemas musculares
Juliane Zaché

A acupuntura conquista mais espaços. Quando chegou ao Brasil, por volta da década de 50, sua aplicação era aliviar dores as mais variadas. Mas, à medida que ganhou popularidade e a confiança de uma parcela dos médicos, novas portas se abriram. Hoje, é praticada em instituições como o Hospital das Clínicas (HC) de São Paulo, onde se faz muita pesquisa para ampliar seu campo de ação.

Tamanho interesse está propiciando um aumento significativo na lista de enfermidades combatidas com a ajuda do método. Além disso, faz com que mais centros médicos ofereçam a acupuntura no cardápio terapêutico. Uma novidade é a aplicação da técnica no pronto-socorro. Até o primeiro semestre deste ano, o Hospital do Servidor Público do Estado de São Paulo irá disponibilizar a acupuntura para atender pacientes que chegam na emergência com dor aguda. “O primeiro passo será diagnosticar o problema. Se for um problema muscular, ele poderá optar pela acupuntura em vez de analgésicos ou antiinflamatórios”, esclarece o médico Rui Tanigawa, coordenador do projeto. No hospital já funciona um ambulatório de acupuntura. Ali, há um ano e meio, a costureira Clélia Soares, 58 anos, faz aplicações semanais para controlar dores no corpo que resistiram aos remédios. “Melhorei muito e consigo ficar mais tempo costurando”, conta.

Dores generalizadas, como as de Clélia, são uma das indicações mais comuns. Mas atualmente há muitos outros males que podem ser aliviados pelas agulhas. O método entrou para o arsenal de recursos contra a hipertensão, a gastrite, a depressão e também para diminuir os efeitos colaterais da quimioterapia (náusea e vômito, por exemplo), como ocorre no Hospital do Câncer, em São Paulo. Dessa lista fazem parte ainda a asma e a bronquite. Estudos internacionais mostram que a terapia é útil nesses casos. “Ela estimula a produção de substâncias que desentopem as vias aéreas”, explica o médico Gabor Fonai, de São Paulo. Ele também aplica a técnica em pacientes com paralisia facial por derrame cerebral. “Muitos se beneficiam”, assegura. Outra área em que a terapia traz vantagens é a recuperação de cirurgias. “Ela tem efeito antiinflamatório e diminui o uso de analgésicos”, afirma Hong Pai, do Centro de Dor do HC.

Mas essa multiplicidade de aplicações da acupuntura é alvo de algumas críticas. O médico Antônio Carlos Lopes, da Universidade Federal de São Paulo, desconfia de tantos benefícios. “A acupuntura funciona bem em casos de dores generalizadas quando não há lesão no órgão”, diz. Por isso, Lopes insiste que o diagnóstico deve ser sempre feito por um médico.

Passar por uma avaliação médica também é indispensável quando as agulhas são usadas para enfrentar a depressão e a síndrome do pânico. Sua contribuição é melhorar o ânimo e o bem-estar. Dependendo da intensidade, é necessário usar remédios e ter acompanhamento. Mas há situações em que poucas agulhadas levantam o astral. Há um ano, a modelo Maria Antonieta Ferraz, 20 anos, de São Paulo, passava por um momento de depressão. O médico indicou uma sessão semanal de acupuntura. Foi o remédio certo. “Melhorei muito, minha ansiedade diminuiu e até emagreci”, revela.

Fonte: www.istoe.com.br

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Três xícaras de chá por dia podem reduzir pressão arterial

Pesquisadores encontram benefícios no chá preto
Foto: Getty Images

Michelle Achkar

Quem gosta de chá preto tem um motivo a mais para apreciá-lo. De acordo com uma pesquisa da Universidade da Austrália Ocidental e da Unilever, três xícaras por dia da iguaria podem reduzir a pressão arterial. Os dados são do jornal Daily Mail.

Os cientistas forneceram a 95 participantes australianos, entre 35 e 75 anos, três xícaras diárias de chá preto ou de placebo com o mesmo sabor e teor de cafeína. Depois de seis meses, descobriram que, em comparação com os participantes do grupo placebo, os que bebiam chá apresentaram menor pressão arterial sistólica e diastólica entre 2 e 3 mmHg (milímetros de mercúrio). Os autores acreditam que essa diminuição levaria a uma queda de 10% no número de pessoas com hipertensão e doenças cardíacas.

A dietista Tracy Parker, da British Heart Foundation, disse ao jornal que é importante ressaltar que o líquido não vai cancelar a dieta e o estilo de vida desequilibrados. "Há evidências de que as propriedades antioxidantes do chá podem trazer benefícios à saúde do coração, mas são necessárias mais pesquisas para entender melhor como pode reduzir a pressão arterial. Nesse meio tempo, a redução de sal e álcool, comer mais frutas e legumes, e se manter fisicamente ativo são as formas bem estabelecidas de reduzir a pressão.

Fonte: http://www.terra.com.br

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Vagas de emprego com pouco ou nenhuma experiência no SIMM

Auxiliar de inventário
Ensino médio, não exige experiência, informática básica
05 vagas

Cordeiro - Temporária
Ensino Fundamental incompleto, não exige experiência
120 vagas

Cumim
Ensino médio, dois meses de experiência
05 vagas

Segurança de eventos - Temporária
Ensino fundamental, não exige experiência
70 vagas

Os interessados deverão ir a um dos postos do Simm, no Comércio - Rua Miguel Calmon, 382; no Cabula - Praça da Mangueira, 84; em Cajazeiras - Estrada do Coqueiro Grande, 1.902; na Boca do Rio - Rua Abelardo Andrade de Carvalho, 141, anexo ao Colégio Imeja, levando originais da Carteira de Trabalho, carteira de Identidade, CPF, comprovantes de residência e histórico escolar, além do número do PIS, Pasep ou NIS. O atendimento é feito das 8h às 17h, mediante distribuição de senhas, que são entregues a partir das 6h30. O público conta ainda com um ponto de atendimento do Simm na Estação Ferroviária da Calçada, nas instalações da Agência da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE), cujo horário de atendimento é das 8 às 14h. As vagas podem ser preenchidas ao longo do dia.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Substância de embalagens diminui o efeito de vacinas

Cientistas acompanharam 587 crianças durante sete anos para fazer a pesquisa

Uma família de componentes químicos muito utilizados para revestir panelas e embalagens de alimentos pode diminuir a eficácia de vacinas em crianças. É o que mostra um estudo divulgado ontem pela revista científica Journal of the American Medical Association (Jama).

Há muitos anos, cientistas suspeitavam de que os compostos perfluorados (PFCs, na sigla em inglês) poderiam causar algum tipo de problema à saúde das pessoas. Um artigo publicado em 2009 na Environmental Science and Technology, por exemplo, demonstrava a concentração desses compostos no sangue de voluntários. Mas ainda não sabiam se eles poderiam causar algum dano à saúde.

Os cientistas acompanharam 587 crianças durante sete anos. Mediram a presença dos compostos perfluorados no seu sangue ao nascer e, mais tarde, aos 5 e 7 anos de idade. Também avaliaram a quantidade de anticorpos produzidos por vacinas contra o tétano e a difteria.

Ficou claro que existia uma relação direta entre a concentração da substância e respostas insuficientes às vacinas. Uma concentração duas vezes maior dos perfluorados no sangue foi relacionada a uma diminuição de 49% nos níveis de anticorpos no sangue em crianças com 7 anos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte: http://www.r7.com

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Tire dúvidas sobre remédios genéricos e sua eficácia

Os remédios genéricos e a prescrição por seu princípio ativo são adotados em vários países a fim de otimizar a despesa em fármacos, já que substituem os que levam a marca comercial dos laboratórios produtores. O assunto, no entanto, envolve grandes discussões entre a indústria farmacêutica, Governos, médicos e pacientes.

Os remédios genéricos e os de referência comercial contêm os mesmos princípios ativos e na mesma proporção, além de ter a mesma fórmula e via de administração (oral, intravenosa, cutânea etc.).

Os medicamentos sem marca têm um preço menor que seus equivalentes comerciais porque seus fabricantes não precisam fazer investimentos em pesquisa para sua criação. Sua fórmula é definida pelos fármacos de referência, cuja patente pertence aos laboratórios que os desenvolvem. Após um período no qual têm direito à exploração comercial, o Governo quebra a patente e assim o remédio pode ser produzido por outro laboratório autorizado.

Tudo isto obriga a indústria farmacêutica a baratear também os produtos de sua marca, já que com a adoção da prescrição pelo princípio ativo (PPA) dos remédios, as farmácias ficam obrigadas a vender o produto de menor preço. 

Fonte: http://www.terra.com.br