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sábado, 24 de dezembro de 2011

Mensagem da Direção do CTM

Natal momento de amar

Vinte e cinco de dezembro
Momento de amor
E uma data a comemorar
Mais um nascimento do Salvador

Vivemos num mundo corrido
Mas nesta data devemos parar
Para olhar nossos amigos e parentes
E falarmos que vivemos para amar

Jesus é o aniversariante
Veio ao mundo para nos salvar
Vamos orar para Ele de forma constante
E dele sempre nos lembrar

Paz, amor e união
Muitos ainda não se convencem
Tenha felicidade, fé e use sempre o perdão
Pois do futuro só Deus pertence.
(de Ruy Salles)

Boas festas a todos os nossos alunos, coordenadores, colaboradores e professores.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

Quando a dor de ser obeso é maior do que o prazer de comer

Patricia decidiu se livrar da obesidade e já perdeu, sem cirurgia, 50 quilos em um ano

Chris Bertelli, iG São Paulo

Foto: Amana Salles / Fotoarena
Patricia exibe foto de quando estava com obesidade mórbida

Na contramão dos mais de 150 mil brasileiros que optaram pela cirurgia de estômago ou daqueles que lotam os consultórios médicos em busca de uma fórmula para emagrecer, Patricia Faccio Marques, 37 anos, decidiu encarar a luta contra a obesidade não com o bisturi, mas com duas armas há tempos recomendadas pelos médicos: reeducação alimentar e exercícios.

Foi desta forma, e com muita força de vontade, que a professora de química de sorriso fácil e voz suave conseguiu perder 50 quilos em um ano. Para chegar à meta ainda faltam mais 30 quilos.

No auge da obesidade, há dois anos, a balança alcançou os 147 quilos e seu Índice de Massa Corporal (IMC) era 41. A cirurgia bariátrica é recomendada para obesos com IMC de 40. Mas não foram os números que a assustaram.

“Eu estava no banheiro de um shopping, e vi uma criança me olhando. Eu sorri e ela me perguntou: ‘Tia, por que você é assim?’ O que você responde para uma criança nessa hora?”, relembra.

A pergunta ecoou com mais força ao ver-se em uma foto, durante uma viagem à Paranapiacaba. “Eu vi o meu tamanho. Não cabia mais nos lugares, ficava apertada na poltrona do cinema. Deixei de ir a parques de diversão porque não cabia em nenhum brinquedo, não passava a catraca do ônibus. Quando ia sair, pensava ‘será que vou caber na cadeira?’”, relata.

Vestir-se também passou a ser um problema. Usando número 62 de calça, nem nas lojas especializadas para tamanhos grandes ela encontrava roupas que lhe servissem. Qualquer peça nova tinha de ser feita sob medida. “A obesidade começou a me incomodar pela primeira vez na vida”, relata.

Patricia nunca foi uma criança magra. Fez seu primeiro regime aos 5 anos, quando chegou a tomar remédios. Foi engordando mais em cada fase da vida, mas sente que perdeu o controle com a separação dos pais, aos 11 anos. Na época, além da nova situação, teve de assumir os cuidados com a casa e com os irmãos e a falta de tempo para cuidar de si resultou em quilos a mais. Durante toda a vida, tentou dietas da moda, remédios, fórmulas manipuladas, academia de ginástica, caminhadas no parque. O resultado foi o famoso efeito sanfona (engorda-emagrece).

As formas arredondadas, porém, nunca a incomodaram. “Sempre fui gordinha, sempre fui feliz, tive namorado, casei. Eu ia à praia e usava biquíni porque aquela era eu, não estava preocupada se as pessoas achavam bonito ou não”, afirma.

No entanto, a foto e a criança trouxeram à tona o descontentamento com a figura que naquele momento estava refletida no espelho. “Passei a não gostar do que via, não me sentia confortável nas minhas roupas. Foi então que decidi mudar.”

A virada

Aos 35 anos, Patricia foi demitida da empresa onde trabalhava há 10 anos. O que era para ser um revés virou uma oportunidade para finalmente olhar para si. Apoiada pelo marido, decidiu parar de trabalhar para colocar em prática o que sempre não passou de um projeto: emagrecer. O momento coincidiu com o emagrecimento de uma amiga, que passou a “fórmula”: alimentação regrada, atividade física intensa e muita dedicação. Nada de remédios ou dietas milagrosas.

Empolgada com o exemplo e cheia de força de vontade, matriculou-se em uma academia próxima de casa. Com a ajuda de uma professora de educação física e uma nutricionista montou uma rotina de treino de seis horas diárias de exercícios e um cardápio de 1600 calorias.

Pela manhã, dividia as quatro horas de ginástica entre alongamento, musculação, hidroginástica e caminhada na esteira. À noite, acompanhada pelo marido, passava mais duas horas entre a piscina e a esteira.

No cardápio, arroz, feijão, salada, carnes, pães, quase nada foi cortado. O que mudou foi a quantidade. Até doce de leite entra na dieta. “Eu posso comer doces, mas me preocupo com quanto. Se fosse a comida que engordasse, não ia ter gente magra no mundo. Eu fui aprendendo a ter bom senso na hora de comer. Minha porção semanal, por exemplo, é de seis brigadeiros pequenos, ou duas colheres de doce de leite, que eu adoro”, conta. Além disso, ela prefere consumi-los aos finais de semana ou depois do almoço, por exemplo.

Na geladeira, alimentos saudáveis como legumes, frutas e verduras ganharam mais espaço. A pimenta e o gengibre, que ajudam o metabolismo, foram inclusos no dia a dia. A única coisa banida foi a fritura.

“Não faz sentido colocar gordura para dentro se o objetivo é colocá-la para fora”, reflete. O óleo não é usado nem para refogar o arroz ou o feijão.

Quando sai com os amigos, resiste às porções de batata-frita e outras frituras e procura no cardápio o que parece menos calórico. Ao viajar, leva na mala o liquidificador, gengibre e salada. “Como nem todo mundo tem o hábito de comer salada, eu sempre levo. E meu suco com gengibre não pode faltar, então eu me garanto”, ri.

O desânimo não teve tempo nem espaço nessa nova rotina, já que tanto sacrifício é, desde o início, rapidamente recompensado. A cada semana, Patricia perde em torno de um quilo, somando uma média de 4 quilos ou até 6 quilos por mês. As roupas, que antes não cabiam, passaram a ficar folgadas e ela já consegue encontrar algumas peças em lojas no shopping. Andar de ônibus não é mais um problema e a cadeira do cinema passou a acomodá-la sem grandes preocupações.

Metade do caminho

Hoje, 50 quilos mais magra e 10 manequins a menos, a química voltou ao mercado de trabalho, e se esforça para manter na agenda pelo menos quatro horas de exercícios diárias. O objetivo é alcançar os 70kg, menos da metade do seu peso inicial, até o fim deste ano. “Mas não sei se é o ideal porque nunca fui magra, não sei como vou ficar”, diz. O caminho até agora foi árduo, não só pela rotina puxada. A batalha mais complexa ela ainda está travando: precisa aprender a controlar a compulsão alimentar.

“Assim como um drogado busca a droga, ou um alcoólatra busca a bebida, o obeso busca a comida. Sou igual a um drogado. Eu passei por perdas grandes nos últimos meses e muitas vezes busquei a comida como solução para aquela tristeza. A comida é uma droga, se usar muito posso ter uma ‘overdose’, que se reflete no meu corpo”, relata. Para ela, a sociedade encara o gordo como um “folgado e preguiçoso” e não consegue enxergar que obesidade é uma doença.

“As pessoas entendem quando alguém tira licença do trabalho para cuidar de uma dor nas costas, ou qualquer outro problema de saúde. Eu tinha IMC de obesidade mórbida, que poderia me levar à morte. Mas ninguém compreendeu quando eu parei de trabalhar para cuidar da alimentação e fazer exercícios. E nenhum médico pensou em me dar um atestado para que eu pudesse passar um tempo me tratando”, reflete.

Ao ser perguntada de onde tira tanta determinação para resistir firme às tentações, ela fala com tristeza. “Quando a dor de ser obesa é maior do que o prazer de comer, você emagrece.”


Fonte: http://www.ig.com.br

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Empresa oferece 575 vagas para teleoperador e promotor de vendas em Salvador

A Atento, empresa de Contact Center, terceirização de processos de negócios (BPO) e CRM, abre 575 oportunidades de trabalho em Salvador, sendo 573 para área operacional teleoperador) e duas para serviços presenciais (promotor de vendas I).

Requisitos
O perfil exigido para o cargo de teleoperador é segundo grau completo, bom vocabulário, fluência verbal, boa dicção, bom relacionamento interpessoal, dinamismo, bons conhecimentos de informática e digitação. Para candidatar-se para as vagas de teleoperador, os interessados devem cadastrar seu currículo no site www.atento.com.br.

Para promotor de vendas I, o perfil exigido pela Atento é segundo grau completo, conhecimentos em informática e tecnologia, dinamismo, objetividade, organização, habilidade para argumentar, pró-atividade, experiência em vendas, além de ser desejável ter experiência no cargo.

Para candidatar-se às vagas presenciais (promotor de vendas I), os interessados devem enviar seu currículo para o e-mail abaixo: selecaopdvba@atento.com.br

Benefícios
Todas as oportunidades de trabalho na Atento são em regime CLT. A empresa oferece assistência médica, vale-refeição ou vale-alimentação, seguro de vida, assistência odontológica, vale-transporte, auxílio-creche e auxílio à criança especial.

Fonte: http://www.ibahia.com

Prefeitura divulga primeiras fotos dos testes do metrô

Nesta quinta-feira (22), haverá uma coletiva de imprensa para divulgar as operações

A Prefeitura Municipal, através da Secretaria de Comunicação Social, divulgou no final da tarde desta quarta-feira (21) as primeiras fotos oficiais dos testes do metrô. As operações, que foram iniciadas na última terça-feira sob responsabilidade da equipe técnica da Companhia de Transportes de Salvador (CTS), deverá seguir até a próxima sexta-feira (23).


Prefeitura divulga primeiras fotos do metrô de Salvador funcionando

Para a tarde desta quinta-feira (22), na Estação da Rótula do Abacaxi, está prevista um entrevista coletiva com o prefeito de Salvador, João Henrique. O objetivo principal é fornecer maiores informações sobre os primeiros experimentos.


Prefeitura divulga primeiras fotos do metrô de Salvador funcionando

Operações
As primeiras operações, entre as estações da Lapa e da Rótula, estão sendo feitas sem cargas. O metrô começará a andar sozinho e será verificado todo o sistema técnico, atendendo às normas de segurança.

Já os testes com a movimentação, inspecionam e preparam os trens para os seguintes experimentos envolvendo cargas. Este procedimento é habitual e necessário para que o metrô possa ser liberado para a população.

De acordo com a Secretaria Municipal dos Transportes Urbanos e Infraestrutura (Setin), as verificações com carga devem começar em janeiro de 2012. A depender do desempenho, há possibilidades de que a população soteropolitana possa, depois de 12 anos de espera, utilizar o metrô ainda no primeiro semestre de 2012.

Fonte: http://www.correio24horas.com.br

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Confira as vagas do SineBahia para quinta-feira (22)

Técnico de enfermagem de emergência adulto
Vivência em UTI geral, semi-intensiva ou cirurgia
Ensino médio/ Curso técnico – COREN / Especialização em UTI
Experiência mínima de 06 meses em carteira
16 vagas

Auxiliar de enfermagem em banco de sangue
Vivência com coleta em hospitais
Curso técnico de Enfermagem / Sistema SMART
Experiência mínima de 06 meses em carteira
02 vagas

Açougueiro
Disponibilidade para trabalhar em Simões Filho
Ensino fundamental completo/vivência em cozinha industrial
Experiência mínima de 06 meses em carteira
02 vagas

Ajudante de cozinha
Noções de compras, estoque e armazenamento
Ensino médio completo
Experiência mínima de 06 meses na função
01 vaga

Assistente administrativo
Residir nas proximidades de Lauro de Freitas
Ensino médio completo / Informática
Experiência mínima de 06 meses em carteira
10 vagas

Auxiliar de depósito
Residir nas proximidades de Lauro de Freitas
Ensino médio incompleto/Organizar mercadorias
Não exige experiência
07 vagas

Auxiliar de jardinagem e conservação
Manutenção de gramados/vasos/Recolher folhagens
Ensino fundamental/ Atuar em hospital
Experiência mínima de 06 meses na função
01 vaga

Auxiliar de linha de produção
Residir próximo a Pirajá
Ensino médio completo/ habilitação A
Experiência mínima de 06 meses em carteira
20 vagas

Auxiliar de logística de transporte
Vivência em transportadora
Ensino médio completo
Experiência mínima de 06 meses em carteira
01 vaga

Auxiliar mecânico de automóveis pesados
Empresa oferece a qualificação na função
Ensino médio completo / vaga para aprendiz
Não exige experiência
06 vagas

Barman
Residir no eixo Brotas - Marechal Rondon
Ensino médio completo
Experiência mínima de 03 meses em carteira
01 vaga

Chefe de bar
Supervisionar equipe de garçom e barman
Ensino médio completo/ Informática básica
Experiência mínima de 06 meses em carteira
01 vaga

Consultor de vendas
Venda de TV por assinatura e telefonia
Ensino médio completo / informática básica
Experiência mínima de 06 meses na função
25 vagas

Cozinheira geral
Atuar no preparo de salgados, pratos e molhos
Fundamental incompleto/ Vivência com salgados
Experiência mínima de 06 meses na função
02 vagas

Cozinheiro de restaurante
Ensino fundamental completo
Experiência mínima de 06 meses em carteira
01 vaga

Cumim
Ensino fundamental completo
Experiência mínima de 06 meses em carteira
01 vaga

Encarregado de supermercado
Vivência como encarregado / perfil de liderança
Ensino médio completo
Experiência mínima de 06 meses em carteira
04 vagas

Engenheiro civil
Vivência com obras e orçamentos
Superior completo/ Disponibilidade para viajar
Experiência mínima de 06 meses em carteira
01 vaga

Estágio para Educação Física
Preparador físico/Realizar ginástica laboral
Ensino superior incompleto a partir do 2º semestre
Não exige experiência/ Turno da tarde
01 vaga

Garçonete
Vivência com atendimento ao público
Ensino médio completo
Experiência mínima de 06 meses em carteira
02 vagas

Instalador de toldos
Instalar toldos de fachada
Ensino fundamental incompleto
Experiência mínima de 06 meses na função
06 vagas

Maitre
Planejar e supervisionar atendimento/liderar equipe
Ensino médio completo / boa fluência verbal
Experiência mínima de 06 meses em carteira
02 vagas

Marceneiro
Ensino fundamental completo
Experiência mínima de 06 meses em carteira
05 vagas

Marceneiro
Ensino fundamental incompleto
Experiência mínima de 06 meses na função
01 vaga

Mecânico de refrigeração
Trabalhar em hotel de Vera Cruz / morar em alojamento
Ensino médio/Curso de Mecânica e Refrigeração industrial
Experiência mínima de 06 meses em carteira
01 vaga

Monitor de segurança (sistema de vídeo)
Operar circuito de segurança / fiscalização
Ensino médio completo/ CNH A ou B - há mais de 02 anos
Experiência mínima de 06 meses na função
02 vagas

Motorista de caminhão
Possuir curso MOPP / Disponibilidade para viagens
Ensino fundamental completo / habilitação D
Experiência comprovada de 06 meses na função
01 vaga

Operador de máquina de embalar
Preenchimento do quadro masculino da empresa
Ensino médio/ Segmento da indústria alimentícia
Experiência mínima de 06 meses em carteira
06 vagas

Operador de telemarketing
Vivência com vendas por telefone
Ensino médio completo / atuar TV por assinatura e telefonia
Experiência mínima de 06 meses em carteira
15 vagas

Operador de vasos de pressão
Atuar com bombas de esgoto/bobinas/autoclaves
Ensino médio completo/Curso na área
Experiência mínima de 06 meses em carteira
01 vaga

Polidor de automóveis
Ensino fundamental incompleto
Experiência mínima de 03 meses na função
01 vaga

Segurança de eventos
Trabalhar na noite do réveillon em Guarajuba
Ensino médio completo
Não exige experiência em carteira
30 vagas

Serralheiro
Ensino fundamental incompleto
Experiência mínima de 06 meses na função
01 vaga

Serralheiro de alumínio
Esquadrias de alumínio e vidro temperado
Ensino médio incompleto
Experiência mínima de 06 meses em carteira
02 vagas

Subchefe de cozinha industrial
Liderança de cozinha e equipe
Ensino médio/Curso de Culinária e Gastronomia
Experiência mínima de 06 meses em carteira
02 vagas

Técnico de manutenção industrial
Vivência como mecânico em indústria
Ensino médio/ Curso técnico em mecânica ou eletromecânica
Experiência mínima de 06 meses em carteira
10 vagas

Vendedora interna
Vivência em ótica (lentes de contato)
Ensino médio completo
Experiência mínima de 06 meses em carteira
02 vagas

Vendedor de serviços
Realizar vendas de toldos e coberturas
Ensino fundamental / conhecimento em medidas
Experiência mínima de 06 meses na função
06 vagas

UNIDADES DE ATENDIMENTO: Os candidatos interessados devem se dirigir à unidade central do Sinebahia, situada na Avenida ACM nº. 3359 – Edf. Torres do Iguatemi, ou aos postos do SAC.
HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO: das 8h00 às 17h00 (senhas distribuídas a partir das 6h30).
DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA: Imprescindível portar número do PIS, PASEP ou NIS; Carteira de Trabalho, RG, CPF, comprovante de residência e certificado de escolaridade

Confira as vagas de emprego do SIMM para esta quinta (21)

Atendimento é feito através de senhas. Vagas podem ser preenchidas ao longo do dia

Os interessados deverão ir a um dos postos do Simm, no Comércio - Rua Miguel Calmon, 382; no Cabula - Praça da Mangueira, 84; em Cajazeiras - Estrada do Coqueiro Grande, 1.902 ou na Boca do Rio - Rua Abelardo Andrade de Carvalho, 141, anexo ao Colégio Municipal Imeja –, levando originais da Carteira de Trabalho, carteira de Identidade, CPF, comprovantes de residência e histórico escolar, além do número do PIS, Pasep ou NIS.

O atendimento é feito das 8h às 17h, mediante distribuição de senhas, que são entregues a partir das 6h30. O público conta, ainda, com um ponto de atendimento do Simm na Estação Ferroviária da Calçada, nas instalações da Agência da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE). Cujo horário de atendimento é das 8 às 14h. As vagas podem ser preenchidas ao longo do dia.

Operador de telemarketing ativo e receptivo
Ensino médio, não exige experiência
300 vagas

Assistente de vendas – Temporária
Ensino médio, três meses de experiência
20 vagas

Técnico de contabilidade
Ensino médio, seis exige experiência, conhecimento sistema contábil
01 vaga

Auxiliar de linha de produção - Vaga para pessoas com deficiência
Ensino médio, seis exige experiência
01 vaga

Fatiador de frios
Ensino médio, seis exige experiência,
01 vaga

Administrador de condomínio
Ensino superior em Administração de empresas, seis meses de experiência, residir no Campo Grande ou imediações
02 vagas

Polidor-lustrador de madeira
Ensino fundamental, seis meses de experiência
02 vagas

Auxiliar de marceneiro
Ensino fundamental, seis meses de experiência
02 vagas

Mecânico eletricista a diesel
Ensino fundamental inc., seis meses de experiência
02 vagas

Montador de móveis
Ensino fundamental inc., seis meses de experiência
02 vagas

Operador de máquina de bordar
Ensino médio, seis meses de experiência
01 vaga

Serigrafista
Ensino médio, seis meses de experiência
01 vaga

Fonte: http://www.correio24horas.com.br

Subúrbio vai ganhar Unidade de Pronto Atendimento 24 horas

O Ministro da Saúde vai participar da inauguração prevista para às 15h30 desta quarta-feira (21)


Será inaugurada na tarde desta quarta-feira (22) a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Subúrbio Ferrpviário, localizada no bairro de Escada. Além do Governador Jaques Wagner, o Ministro da Saúde Alexandre Padilha, também estará presente. A unidade vai atender mais de 10 mil pacientes por mês em casos de emergência e urgência em clínica geral, pediatria e ortopedia.

A UPA atenderá problemas como crise hipertensiva, febre, cortes, queimaduras, alguns traumas e efetuar o primeiro atendimento para infarto ou Acidente Vascular Cerebral (AVC), entre outras enfermidades. Além disso, a unidade está preparada para a realização de pequenas cirurgias. Haverá também um serviço de apoio ao diagnóstico e terapia, que realizará exames de imagens e laboratoriais.

A UPA terá 35 leitos e, segundo a Secretaria Estadual de Saúde (Sesab), a unidade terá custos anuais estimados em R$ 9 milhões e 280 funcionários entre profissionais de saúde e pessoal administrativo.

Fonte: http://www.correio24horas.com.br

Estudo mostra que geração digital não sabe pesquisar

Há pouco tempo, quando os alunos eram solicitados a fazer um trabalho de pesquisa, era necessário ir até uma biblioteca e realizar a busca em diversos livros didáticos e enciclopédias. Nos dias de hoje, a realidade é outra: debruçar-se sobre páginas impressas é raro quando existem milhões de links sobre o assunto desejado à disposição com apenas um clique.

Mas, o que deveria ser um avanço acabou resultando em retrocesso, segundo um estudo americano que aponta que a geração digital não sabe pesquisar. Na investigação realizada na Universidade de Charleston, nos Estados Unidos, ficou claro que os estudantes de hoje não sabem realizar uma pesquisa de forma efetiva. Conforme os resultados, o grande inimigo está na comodidade que o meio digital oferece. Ferramentas de busca como o Google tornaram os alunos menos preocupados com a credibilidade de uma fonte de informação, por exemplo.

No estudo, os pesquisadores pediram que um grupo de universitários respondesse a um questionário utilizando a internet como meio de pesquisa. Para testar os participantes, foram colocadas intencionalmente informações erradas nos primeiros resultados das buscas realizadas pelos estudantes. Como previsto, os alunos basearam-se nos primeiros links e erraram todas as questões.

O trabalho revelou uma realidade lamentável: os estudantes da era digital se contentam com informações rápidas, sem se importar com procedência e fidelidade. Para José Moran, professor aposentado de Novas Tecnologias da Universidade de São Paulo (USP) e diretor de Educação a Distância na Universidade de Anhanguera (Uniderp), o fato é consequência de uma geração que cresceu com computadores e está acostumada com informações em 140 caracteres. Contudo, Moran acredita que o fato não se restringe somente a crianças e adolescentes.

"A internet deixou as pessoas em geral mais acomodadas. Adultos também cometem erros ao realizarem pesquisas online", diz. Por isso, o professor acredita que um dos papéis da escola, atualmente, deve ser o de ensinar metodologias de pesquisa desde cedo. "Os educadores pedem tema de estudo, mas não ensinam metodologias", afirma.

Outra pesquisa americana também comprova que jovens da geração digital não se preocupam com a procedência de suas fontes de estudo. Realizada pela Universidade Northwestern (EUA), a pesquisa pedia que 102 adolescentes do Ensino Médio buscassem o significado de diversos termos na internet. Todos tiveram sucesso nas respostas, mas nenhum soube informar quais foram os sites utilizados. "Os jovens confiam demais na internet", destaca o diretor de Educação a Distância da Uniderp.

Ensino de pesquisa na internet
Na Escola de Educação Básica Rocha Pombo, em São Joaquim (SC), o projeto "Ensinando a fazer pesquisas na internet" foi implantado nas turmas de 4º série. Elaborado pelo professor de informática Francisco Mondadori Junior, o projeto tem como objetivo trabalhar o conceito de pesquisa desde cedo, pois assim os estudantes chegam ao Ensino Médio sabendo utilizar as barras de pesquisa a seu favor.

O trabalho consiste em um questionário em que os alunos devem apontar suas áreas de interesse e pesquisar sobre esses assuntos. "Sugerimos a pesquisa na internet, no Google, digitando as palavras-chave das atividades que mais gostam. Cada aluno faz a sua pesquisa, procurando o site mais interessante", explica, dizendo que os pequenos são auxiliados por professores que também ensinam a importância de utilizar fontes de informação confiáveis.

Professor do Núcleo de Tecnologia Educacional (NTE) das escolas estaduais de São Joaquim (SC), Mondadori Junior conta que o ensino da pesquisa científica e escolar é uma das preocupações do núcleo, que procuram criar atividades lúdicas e divertidas para trabalhar o conceito em sala. "Em minha opinião deveria existir uma disciplina só para isso nas escolas", opina, dizendo que percebe, cada vez mais, a dificuldade dos alunos em realizar trabalhos de pesquisa. "Eles se contentam com os primeiros links", diz, destacando que é comum ouvir frases como "achei no Google".

Mondadori Junior defende a postura adotada por algumas escolas e educadores de não permitir o uso da internet como fonte de pesquisa. "É interessante proibir só no início, pois assim o estudante descobre que existem outras possibilidades de estudo, e não somente o meio virtual", explica. José Moran discorda: "Isso resulta em um estudante que usa livros na escola, e a internet em casa", sentencia, ressaltando que as dificuldades continuariam existindo. "Um dia esse aluno vai poder usar a internet para pesquisar, e então vai fazer de forma errada, pois não aprendeu na escola", completa.

Em mais de 20 anos de docência, Moran afirma que nunca deixou de trabalhar metodologias de pesquisa com seus alunos, seja no ensino fundamental ou no superior. "Sempre que eu passo trabalhos, especifico o tipo de pesquisa que eu quero, e ainda vejo com os estudantes algumas possibilidades mostradas pelo Google", diz, afirmando que ainda compara links e aponta informações que podem estar equivocadas. "Com isso, o jovem passa a desconfiar da internet, pois cria a consciência de que nem tudo que está no meio online é verdadeiro", conclui.

Na Escola Nossa Senhora das Graças, em São Paulo, a preocupação com o ensino de pesquisa na internet começou em 2009. Os educadores do colégio viram a necessidade de criar uma estrutura online que pudesse auxiliar os estudantes nos trabalhos escolares. Por isso, foi criado o "Caminhos de pesquisa na internet", uma ferramenta virtual que discute alguns critérios de pesquisa e avaliação das informações. Além dos professores deixarem dicas de endereços confiáveis, os alunos podem postar informações retiradas de sites para que os docentes possam avaliar sua veracidade.

Apesar de achar a solução interessante, Moran alerta que nem sempre os alunos terão uma ferramenta escolar a sua disposição. "A escola precisa ensinar os estudantes a caminharem sozinhos e terem noções críticas de fontes de pesquisa", opina.

Fonte: http://www.terra.com.br

Nove em cada dez alunos do 9º ano de escolas públicas não sabem fazer contas com centavos

Nove em cada dez alunos de escolas públicas brasileiras do 9º ano (antiga 8ª série) não sabem, por exemplo, fazer contas com centavos. Essa é uma das conclusões de um estudo feito com exclusividade para o UOL Educação com as notas da Prova Brasil de 2009. O exame serve para avaliar a proficiência dos estudantes e é utilizado no cálculo do Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica). Mais de 80% dos estudantes brasileiros estão em unidades da rede pública.

De acordo com o estudo, feito pelo economista Ernesto Faria, 89,4% dos alunos do último ano do ensino fundamental tiveram desempenho “abaixo do básico” e “básico” na disciplina. Isso quer dizer que tiraram notas menores que 300 na prova –em uma escala que chega a 425 em matemática e a 350 em português.

Tirar menos que 300 significa, segundo um documento do MEC (Ministério da Educação) que divide as notas em faixas, que o estudante não consegue fazer operações de adição, subtração, divisão ou multiplicação que envolvam centavos em unidades monetárias, resolver problemas com porcentagens ou reconhecer um círculo e uma circunferência.

As classificações são usadas pelo movimento Todos pela Educação e por alguns Estados para “categorizar” o conhecimento estudantil e têm quatro níveis: “abaixo do básico”, “básico”, “adequado” e “avançado”. Um estudante no nível “básico”, por exemplo, tem domínio mínimo do conteúdo que deveria saber; um do “adequado”, por sua vez, tem domínio pleno.

No caso de matemática, no 9º ano do fundamental, “abaixo do básico” significa uma nota entre 125 e 225; “básico”, entre 225 e 300; “adequado”, entre 300 e 350; “avançado”, entre 350 e 500. Esses números variam com a disciplina e a série.

A situação é um pouco melhor em português: 77,6% dos estudantes do 9º ano das escolas públicas de todo o país não têm o conhecimento adequado para o nível em que estão. Esses alunos tiraram nota menor que 275 e não conseguem, por exemplo, reconhecer “posições distintas entre duas ou mais opiniões relativas ao mesmo fato ou tema”, de acordo com o documento do MEC.
Séries iniciais

Os resultados da Prova Brasil também mostram que quase sete em cada dez alunos do 5º ano (68,5%) não conseguiram atingir o nível “adequado” em português. Eles não sabem, por exemplo, localizar a informação principal em um texto, não entendem uma metáfora ou mesmo inferem o que provoca um eventual efeito de humor no que estão lendo.

Em matemática, o desempenho é praticamente o mesmo: 69,8% têm conhecimentos “abaixo do básico” ou somente “básicos”. Entre os que os estudantes deveriam fazer, mas não conseguem, está ler informações e números apresentados em tabelas ou identificar que uma operação de divisão resolve um dado problema.

A Prova Brasil é aplicada para alunos do 5º e 9º anos do fundamental de escolas públicas municipais, estaduais e federais, de áreas rural e urbana, que tenham, no mínimo, 20 matrículas na série avaliada. O exame acontece a cada dois anos e os dados mais recentes disponíveis são os da prova de 2009.

A divisão por faixas do MEC é a mesma para todos os níveis. Por isso, as notas mínimas para cada uma das categorias é diferente em cada série, já que o estudante vai adquirindo conhecimentos ao longo de sua vida escolar.
Escala não é rigorosa, diz especialista

Para Francisco Soares, especialista em avaliações em educação e professor da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), a escala montada não é rigorosa e traduz o que o estudante deveria saber. “Esses números são um ponto de corte razoável. A gente não está sendo rigoroso demais. Isso é o estado da educação brasileira, há 15 anos. Nos últimos anos, tem havido algumas melhoras. Mas, ao que tudo indica, elas têm sido produzidas por um número pequeno de alunos”, afirma.

Um total reduzido de estudantes com notas boas pode estar puxando a melhora dos índices nacionais (como o Ideb), apesar dos resultados na Prova Brasil, afirma Soares. “Os números sugerem que há alguns melhores. Eu brinco que, no Brasil, a melhor maneira é treinar [no ensino superior] são ‘Ronaldinhos’. Se você é bom, eu te dou mais, e você melhora. Mas isso não pode ser para a educação básica”, afirma, lembrando que a educação básica é um direito constitucional.

De acordo com Mozart Ramos, conselheiro do CNE (Conselho Nacional de Educação), órgão vinculado ao MEC, os resultados mostram, pelo menos, os caminhos que devem ser seguidos: mais investimento, melhor gestão, maior capacitação de professores e um currículo que estimule o jovem a estudar.

“Do ponto de vista da aprendizagem adequada, a gente ainda está patinando. Isso tanto se aplica tanto no ensino médio quanto no final do ensino fundamental. Onde estamos melhorando de forma de forma constante é nas séries iniciais do fundamental”, diz.

Fonte: http://www.uol.com.br

Hong Kong deve abater 17 mil aves por suspeita de surto da gripe aviária

Governo pesquisa a origem de uma galinha morta diagnosticada com H5N1.
Autoridades proibiram todas as importações de aves com efeito imediato.

Funcionários da agência de saúde de Hong Kong colocam galinhas mortas dentro de sacos de lixo em um mercado de aves nesta quarta-feira (21). Serão abatidos cerca de 17 mil frangos após umas galinha morta ser diagnosticada com H5N1, o vírus da gripe aviária. (Foto: Tyrone Siu/Reuters)

Autoridades proibiram todas as importações de aves, com efeito imediato, enquanto pesquisam a origem da ave morta. (Foto: Tyrone Siu/Reuters)

Fonte: http://www.g1.com.br